Depois de um fim-de-semana a afinar a pronúncia alemã, à terceira, que diz que é de vez, a Elfriede na voz d'A Pianista:
«Isso dá segurança e a segurança gera medo perante o que é inseguro. Erika tem receio que tudo fique como está e tem receio que algo se possa vir a alterar.»
Showing posts with label Elfriede Jelinek. Show all posts
Showing posts with label Elfriede Jelinek. Show all posts
Monday, May 27, 2013
Thursday, January 24, 2013
Frase do Dia #42
Provavelmente ninguém reparou ainda, porque ninguém lê o que aqui se «bota»: são só pessoas que têm a infelicidade de cá vir parar nem sabem bem como. De qualquer modo, não é meu hábito repetir autores e/ou livros. Porém, porque havia duas ou três coisinhas que aproveitei d'A Pianista, eis a segunda delas:
«A reciprocidade no amor é afinal caso excepcional, na maior parte das vezes é só um a amar e o outro está é ocupado a fugir dele a sete pés.»
Elfriede Jelinek: a constatar o óbvio desde 1983 (ou seja, desde que o livro foi publicado pela primeira vez).
«A reciprocidade no amor é afinal caso excepcional, na maior parte das vezes é só um a amar e o outro está é ocupado a fugir dele a sete pés.»
Elfriede Jelinek: a constatar o óbvio desde 1983 (ou seja, desde que o livro foi publicado pela primeira vez).
Saturday, January 5, 2013
Frase do Dia #38
Perdido nas profundezas de um caderno cujos rabiscos remontam a Abril de 2005, encontrei este pedaço de texto:
«Muros altos, lisos, cuidadosamente polidos à direita e à esquerda, nem uma travessa ou passagem, nem um nicho ou reentrância, só este caminho estreito que tem de atravessar até chegar ao outro lado. Onde, ainda não sabe, espera-a uma passagem invernosa que se estende pelas lonjuras, uma paisagem em que não se ergue um único castelo que a salve e ao qual não conduz um único caminho.»
E foi isto que retive da leitura de A Pianista, da Prémio Nobel de Literatura, Elfriede Jelinek.
«Muros altos, lisos, cuidadosamente polidos à direita e à esquerda, nem uma travessa ou passagem, nem um nicho ou reentrância, só este caminho estreito que tem de atravessar até chegar ao outro lado. Onde, ainda não sabe, espera-a uma passagem invernosa que se estende pelas lonjuras, uma paisagem em que não se ergue um único castelo que a salve e ao qual não conduz um único caminho.»
E foi isto que retive da leitura de A Pianista, da Prémio Nobel de Literatura, Elfriede Jelinek.
Subscribe to:
Posts (Atom)