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Monday, March 24, 2014
A postcard a day keeps the sadness away #26
Wednesday, September 11, 2013
A postcard a day keeps the sadness away #25
Ou uma espécie de «Crónica de Uma Velhice Anunciada» ou «Retrato da Artista Quando Velha». É isto.
Acabaremos a enviar cartas a miúdos em África (ou na Ásia, conforme o gosto) que não conhecemos, mas que achámos por bem apadrinhar. E chorar como uns parvos perante desenhos de miúdos.
Acabaremos a enviar cartas a miúdos em África (ou na Ásia, conforme o gosto) que não conhecemos, mas que achámos por bem apadrinhar. E chorar como uns parvos perante desenhos de miúdos.
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Wednesday, September 4, 2013
A postcard a day keeps the sadness away #24
Há dias em que tenho vontade sair à rua e fazer isto:
Tal qual o filme. De chapéu, franjas, branco, mas sem leite. Diz-que afinal é alimento que me faz mal.
Tal qual o filme. De chapéu, franjas, branco, mas sem leite. Diz-que afinal é alimento que me faz mal.
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Monday, August 19, 2013
A postcard a day keeps the sadness away #23
Se um dia, numa entrevista de emprego ou questionário pateta de Verão [passe a redundância], me perguntarem que personagem fictícia gostaria de ser, responderia o Zio Teo, aquele que, gritando no seu maior ímpeto, berra por uma mulher. Un bisogno più normale, dizia o pai. E é capaz de ter razão.
[Sempre que preciso de me sentir bem, penso em Rimini. Na Rimini da infância de Fellini. Haveria lá sítio melhor para se desejar morar que um filme de Fellini? Se me deixassem, morava em Amarcord. Isso é que era catita a valer.]
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Monday, May 13, 2013
A postcard a day keeps the sadness away #22 meets Made in China V
Cliché. Mas só porque acho que, [quase] todos, como eu, que experimentaram o Japão [Ásia], tiveram aquele[s] momento[s] num táxi, de cabeça encostada ao vidro, depois de uma noite num qualquer bar num vigésimo-qualquer-coisa andar, e ouviram, ainda que apenas mentalmente, uma canção dos My Bloody Valentine e pensaram que a vida ainda podia ser algo surpreendentemente maravilhoso.
[Algo que poderá - ou não - ter-se passado numa noite da qual não há fotos, mas em que se usava uma t-shirt às riscas verde escuro e cinzento, com uma écharpe verde e umas calças pretas, em que, depois de uma breve passagem pelo bar do Galaxy Starworld, se terminou a noite a beber umas cervejas japonesas - Asahi - no velhinho Sky 21 sentada a olhar para a Taipa, antes do regresso a casa. E pensando que a vida era tanto mais do que pensava que podia ser.]
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Monday, March 11, 2013
Thursday, August 23, 2012
A postcard a day keeps the sadness away #20
Deve ser um dos postais de que mais gosto, ainda que na altura não recebesse muitos - foi algures em 2006/2007, anos antes de saber o que era sequer o Postcrossing. Foi uma amiga minha, que encontrando-se no programa Erasmus na Holanda, viajou até Berlim e de lá mo enviou. Eu só viria a conhecer Berlim no final de 2010, numa viagem que fiz com a minha irmã para visitar uma amiga cazaquistaneza (tive de ir ao dicionário para saber como se escrevia o nome de um habitante do Cazaquistão, oh my -.-'). Gostei muito da cidade, apesar do pouco tempo que lá estive, e acho que esta imagem é-lhe bastante adequada.
Tuesday, June 12, 2012
A postcard a day keeps the sadness away #19
Podia haver uma série «David Lynch» neste blogue: livros, filmes, séries, influências, meditação transcendental, and so on, and so on - tudo isso já aqui se mencionou. Dado que é suposto que a minha colecção de postais inclua postais dos meus filmes favoritos - ou, pelo menos, marcantes - Mulholland Drive não poderia ficar de fora. Vi-o com uns 16 ou 17 anos numa sessão do clube de cinema da escola onde estudava. O professor responsável pelo clube, fumador de charutos, havia decidido mostrar alguns filmes de Lynch e, além de Dune, passou também Mulholland Drive. Associo, por isso, ao filme, o odor de charuto a arder que circulava pela sala, durante a projecção do filme.
Wednesday, March 14, 2012
A postcard a day keeps the sadness away #18
Se não fosse o intuito desta série animar os meus dias, eu dissertava um pouco mais sobre este filme, tremendamente deprimente - bom, é redundante, parece-me, já que Lars von Trier é sinónimo de cenas deprimentes. Mas hoje não, porque se começar a dissertar sobre o filme, vou ficar ainda mais deprimida do que estou. Tive tristes notícias, ainda que não me afectem directamente e depois, claro, há que lidar diariamente com as minhas frustrações que são como bombas de estilhaços: destroem tudo o que há em volta.
Lembro-me da primeira vez que vi este filme. Ao final de 20 minutos, talvez, quando a tragédia acontece, percebi logo o que ia acontecer e desfiz-me em lágrimas. Daí até ao final do filme, acho que desidratei, porque nunca parei de chorar. Estava a viver o tormento da Selma e senti-me na obrigação de lhe dar a mão (neste caso, atenção) até ao final do filme, que corresponde também ao seu próprio fim. Daí o choro contínuo: alguém tinha de a chorar, mais não fosse pela nobreza da sua atitude incompreendida.
Ainda assim, há que dizê-lo: embora o núcleo da narrativa seja doloroso, o final é redentor. E isso já é animador.
Tuesday, March 13, 2012
Monday, March 12, 2012
A postcard a day keeps the sadness away #16
Vi por aí, na infinitude da Internet, que o grande Chuck Norris fez anos no passado sábado. A minha colecção de postais cinematográficos nunca estaria completa se não incluísse um postal com o Chuck em acção.
E, como não podia deixar de ser, aqui fica um facto:
«There is no theory of evolution. Just a list of animals Chuck Norris allows to live.»
Sunday, February 19, 2012
A postcard a day keeps the sadness away #15
A propósito de David Lynch...
... este foi o primeiro filme dele que vi, devia ter 12/13 anos. Ainda criança, vi uns episódios de Twin Peaks dos quais pouco me recordava. Tanto que, quando há alguns anos decidi rever a série, percebi que a música que tanto me assustava em pesadelos recorrentes era afinal a música do genérico de Twin Peaks. Ah, David (e Angelo Bandalamenti), sempre a marcar a vida dos espectadores!
... este foi o primeiro filme dele que vi, devia ter 12/13 anos. Ainda criança, vi uns episódios de Twin Peaks dos quais pouco me recordava. Tanto que, quando há alguns anos decidi rever a série, percebi que a música que tanto me assustava em pesadelos recorrentes era afinal a música do genérico de Twin Peaks. Ah, David (e Angelo Bandalamenti), sempre a marcar a vida dos espectadores!
Friday, January 27, 2012
Thursday, January 26, 2012
Monday, January 23, 2012
A postcard a day keeps the sadness away #12
Uma preciosidade na minha pequena colecção cinematográfica: versão nipónica de Le Fabuleux Destin D'Amélie Poulain.
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Amélie,
Jean-Pierre Jeunet,
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Sunday, August 14, 2011
A postcard a day keeps the sadness away #11
Já era altura de colocar aqui mais um postal de um dos filmes que mais gosto e que tem de tudo: tem Jeanne Moreau, diferentes tipos de amor e um bom enredo. (Sem spoilers). Vi-o pela última vez há cerca de 5 anos. E ainda recordo a forma como Jules, Jim e Catherine e a sua relação me marcaram. Querem saber mais? Consultem a imdb. -.- Quanto a mim, irei recordar-me do momento em que Catherine canta para os dois homens.
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Tuesday, August 2, 2011
A postcard a day keeps the sadness away #10
Provavelmente a melhor perseguição automóvel que o cinema alguma vez viu. Com São Francisco como pano de fundo e muitas guinadelas.
(E é apenas uma das melhores perseguições porque não entra nenhum Mini, claro. -.-)
(E é apenas uma das melhores perseguições porque não entra nenhum Mini, claro. -.-)
Sunday, June 26, 2011
A postcard a day keeps the sadness away #9
Ah, Dustin, eu também queria estar na piscina!
Ou praia, varanda, espreguiçadeira... algures com um livrinho a tomar banhos de sol.
Friday, June 24, 2011
A postcard a day keeps the sadness away #8
Ah, férias! Bem necessitada delas estou.
Um passeio de Vespa por Roma e um novo corte de cabelo vinham mesmo a calhar.
Um passeio de Vespa por Roma e um novo corte de cabelo vinham mesmo a calhar.
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Thursday, June 23, 2011
A postcard a day keeps the sadness away #7
A ver se a «magia» destes postais funciona no dia de hoje. A propósito de tristeza que faz sorrir, lembrei-me deste filme, um dos que mais gosto: Wilbur Wants To Kill Himself.
Wilbur bem que se quer matar, mas não consegue. Falhou tantas vezes ao ponto de cada regresso ao hospital mais que embaraçoso, se tornar ridículo.
Wilbur bem que se quer matar, mas não consegue. Falhou tantas vezes ao ponto de cada regresso ao hospital mais que embaraçoso, se tornar ridículo.
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