Folheando livros lidos há quase uma década, no tempo em que o Umberto ainda era vivo, deparo-me com esta tirada do Eco:
Como sempre, Umberto Eco (em A Passo de Caranguejo) a definir de forma simples e certeira as coisas que importam.
Folheando livros lidos há quase uma década, no tempo em que o Umberto ainda era vivo, deparo-me com esta tirada do Eco:
Como sempre, Umberto Eco (em A Passo de Caranguejo) a definir de forma simples e certeira as coisas que importam.
Às vezes, a pessoa cruza-se com um gajo que percebe das merdas. Outras, descobrimos miúdas que sabem como é isto de ser pessoa:
Excerto de «Vampires versus Werewolves», em Poukahangatus, de Tayi Tibble.
O mundo é um lugar muito grande, cheio de diferenças. Mas, estejamos cá em cima ou lá em baixo, em Portugal ou na Nova Zelândia, o que sentimos é mais parecido do que aquilo que pensamos.
Do amor, segundo Amerigo Ortea, em O Dia de um Escrutinador, por Italo Calvino:
O seguinte trecho contém spoilers. Quer dizer, mais ou menos: no final, todos morremos, portanto, é um fim expectável. E o que realmente aqui interessa é o seguinte:
«Then, as his planet killed him, it occurred to Kynes that his father and all the other scientists were wrong, that the most persistent principles of the universe were accident and error.
Even the hawks could appreciate these facts.»
O filme do Dennis Villeneuve está quase aí. Mas vale a pena ler primeiro Dune, de Frank Herbert.