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Thursday, January 14, 2021

Frase do Dia #65

Folheando livros lidos há quase uma década, no tempo em que o Umberto ainda era vivo, deparo-me com esta tirada do Eco:

Como sempre, Umberto Eco (em A Passo de Caranguejo) a definir de forma simples e certeira as coisas que importam.


Wednesday, August 22, 2012

Sem número, número 2



Quando eu era jovem (15 anos, ou à volta disso), dava-me para ouvir Rammstein, ver filmes de David Lynch – embora falte ainda visionar o Eraserhead – e ler O Nome da Rosa. Continuo a achar que me podia ter dado para muito pior. 

Monday, May 2, 2011

Frase do Dia #16

É impossível não voltar a Umberto Eco. E nos dias difíceis como são as segundas, sabe bem pensar no que disse O Mestre no seu clássico, O Nome da Rosa:

«O máximo que se pode fazer é ver melhor.»

E assim falava Guilherme de Baskerville ao seu pupilo Adso de Melk. (Que é como quem diz, dizia Sir Sean Connery ao imberbe Christian Slater)

Wednesday, April 27, 2011

Frase do Dia #12

A Misteriosa Chama da Rainha Loana - romance de Umberto Eco de que já aqui falei -  que conta a história de um alfarrabista que perde a sua memória está cheio de coisas citáveis (se é que a palavra existe). A propósito da capacidade de recordar, apanhei esta:

«Só eu sei a verdade: esquecer é atroz. Existem drogas para recordar?»

Mesmo as más recordações contêm um propósito. Pelo menos, quero acreditar que sim.

Sunday, April 24, 2011

Frase do Dia #10

Umberto Eco é um senhor que, apesar da sua idade avançada, sempre esteve muito presente na minha vida, desde que em tenra idade li e vi O Nome da Rosa. Era jovem, eu, e ingénua - naturalmente - e não imaginava que iria conviver durante muitos anos com Umberto, O Semiólogo. Porém, a frase de hoje foi retirada de A Misteriosa Chama da Rainha Loana, o penúltimo romance de Eco.

«(...) somos loucos sempre em relação à norma dos outros.»

Não existem donos da verdade, pois não?